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Alimentos curativos

by em 08/11/2011

Alimentos curativos

O primeiro erro de uma Medicina que não utiliza o raciocínio de analogia é considerar o homem um omnívoro, isto é, um animal que, por disposição natural, come de tudo.

Romolo Mantovani escreve:

“Pela sua dentição (molares lisos) e o seu tubo digestivo (estômago simples, intestinos bastante longos) o organismo humano é semelhante aos dos animais frugívoros. Não pode ser comparado ao de um carnívoro, nem mesmo ao de um omnívoro (o urso é o único carnívoro que tem alguns molares com asperezas). O organismo humano não está aparelhado para assimilar a carne.E ainda que a carne tivesse as virtudes que tão levianamente lhe concedem, elas não compensariam os estragos causados pelo seu poder tóxico (Rómulo Mantovani in «A arte de se curar a si próprio», págs 100-101, Nova Editorial Natura, Lisboa, 1978).

Por conseguinte, a dieta biológica para o homem deve ser: 60% de frutos sumarentos, secos e gordos (maçãs, laranjas, passas de uva, nozes, etc); 20 % de saladas de bolbos e raízes tentas (cenouras, alfaces, alho, etc); 20 % de subprodutos animais ( queijo fresco ou requeijão, gema de ovo crua e ovo cozido, ameijoas e gambas).

Com este regime praticamente todas as doenças se curam ou, nos casos terminais, atenuam-se sem desaparecer. Basta persistir. Os médicos não ensinam isto com clareza por duas razões: ignorância (as Faculdades de Medicina ensinam mal, em muitos aspectos) e interesse em salvar o negócio das consultas ( “Se o meu paciente aprende a curar-se com dietas de maçãs, requeijão e cebolas, lá se vão os meus lucros…”).

Claro que no outono e inverno pelo menos se deve usar alimentos não próprios dos frutarianos, de digestão lenta: arroz integral, pão integral torrado, batatas assadas ou cozidas, peixe assado, feijão, grão de bico e ervilhas cozinhadas. São alimentos de tolerância. Devem ser acompanhados de maçã e muita salada crua.

Devem ser rejeitados o álcool, o açúcar branco, os medicamentos químicos e as vacinas porque transtornam o fígado e a composição do sangue:

O pão branco é um alimento desiquilibrado, porque o farelo de que foi privado encerra a maior parte dos sais minerais, vitaminas e fermentos que permitem a sua assimilação.Daí a necessidade de pôr na mesa a cada refeição pão escuro ou integral”

As vacinas são verdadeiramente injustificáveis. O seu papel é «provocar uma doença de forma atenuada» a fim de incitar o organismo a criar uma autodefesa.Não vemos necessidade de obrigar o organismo a defender-se de uma doença que não existe; agindo assim abre-se a porta a todas as outras doenças. As vacinas provocam sempre um desiquilíbrio humoral e enfraquecem o organismo, em vez de o fortificar.

“E o dr. Carton afirma:

“Acrescentemos ainda que as múltiplas vacinas usadas actualmente em medicina infantil (vacinas, injecções de soro, para as crianças convalescentes, injecções antitóxicas) constituem um perigo para a futura existência da criança e da espécie  e também um engano. Com efeito, toda a injecção de um veneno microbiano ou de uma albumina heterogénea dá lugar a uma tara humoral, desorganiza a especificidade individual, ou seja, o sangue, fatiga os emunctórios e prepara esgotamentos e transformações mórbidas mais graves do que as que se suprimem artificialmente” (Mantovani, pags 354-355).

A mesma Medicina Oficial que impõe a vacinação ignora as propriedades curativas da maçã, das uvas ( a médica sul-africana Joana Brandt curou-se de um cancro de estômago ingerindo apenas de 3 a 5 quilos de uvas por dia, durante três semanas), do alho, da cebola, das algas, da argila fina, etc.

A Medicina Alopática só é útil em casos de urgência para salvar vidas de feridos em acidentes, pacientes de apendicite aguda, etc. No resto, para além da utilidade do diagnóstico, é errada, antibiológica, desumana pois intoxica os pacientes com produtos químicos, vacinas, raios X, etc. Infelizmente, o lobby médico-farmacêutico controla em grande parte os Estados e mantém os povos na ignorância parcial ou total do que necessita para ter saúde.

” Graças às suas substâncias básicas, a maçã dissolve o ácido úrico e favorece a secreção das glândulas salivares e gástricas. É excelente na obesidade, nas doenças de fígado, dos intestinos, das vias urinárias e, pelos seus fosfatos, fortifica mesmo o sistema nervoso e cerebral. Consideram-na como particularmente indicada na paratifóide, nas enterites, na disenteria e na colibacilose, contra a aerofagia e os cálculos renais” (Mantovani, pag 85).

Com uma dieta de maçãs – de 5 a 20 maçãs bem mastigadas e digeridas por dia- múltiplas doenças se podem curar. Quantos médicos ensinam isto aos seus doentes?

(Blogue cura pelos frutos)

From → maçã, saúde, uvas

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